sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

"Totalitarismo Gayzista" - uma entrevista com Nicholas Cummings Ph.D, ex-presidente da APA (Associação Americana de Psicologia)

3 comentários:

  1. [Continuando]

    Transcrevemos alguns itens desse verdadeiro programa de ação:

    ► Estimular o maior número possível de homossexuais e lésbicas de todos os ramos de atividade e profissões, especialmente as “celebridades”, a manifestar-se como tais. Isso cria insegurança na rejeição pública à homossexualidade.
    ► Pôr em evidência muito mais a não-discriminação, os direitos humanos e a igualdade. Não tentar defender o comportamento ou o modo de vida homossexual.
    ► Usar a epidemia de AIDS para exigir direitos civis para os homossexuais e levantar o assunto da discriminação.
    ► Usar a mídia. Desenvolver campanhas de mídia em conjunto com esforços de ação política, de preferência antes deles.
    ► Apresentar sempre os homossexuais como bonzinhos.
    ► Demonizar os anti-homossexuais. Apresentá-los sempre tão maus quanto possível, de tal modo que o público em geral se sinta constrangido na sua presença e os evite. Tachá-los de nazistas, racistas, anti-semitas, ku-klux-klan, excêntricos desequilibrados.
    ► Apresentar a doutrina conservadora e tradicional da Igreja como fossilizada e ultrapassada pelas descobertas científicas, particularmente no campo da psicologia.
    ► Os homossexuais devem ser descritos como vítimas das circunstâncias, que precisam de proteção. As pessoas devem ser conduzidas psicologicamente para o sentimento de que devem estender essa proteção aos homossexuais, para serem coerentes com os próprios princípios.
    ► Apresentar os homossexuais como pessoas que nasceram assim e não podem mudar, ainda que o desejassem. Isso deixa as pessoas psicologicamente dilaceradas sobre o modo de agir com os homossexuais: se não é culpa deles, como censurá-los?
    ► Mais do que atos públicos de auto-afirmação, as passeatas homossexuais devem procurar comunicar-se com o público. Não devem ser como paradas militares, e sim como desfiles. Elas não devem visar impor a homossexualidade ao público. Ao invés disso, devem ajudar o público a entender os homossexuais.
    ► Evitar chocar o público com a apresentação prematura de comportamento homossexual.
    ► Turvar as águas para enfraquecer a oposição religiosa à homossexualidade. Dividir para conquistar. Lançar igrejas moderadas e liberais contra as conservadoras.
    ► Usar celebridades em apoio ao estilo de vida homossexual. Não precisam ser elas próprias homossexuais. Tudo o que se quer delas é que dêem à homossexualidade a chancela de sua aprovação.
    ► Apresentar grandes personagens históricos como homossexuais. Figuras históricas falecidas não moverão processos por danos à sua reputação. A idéia de que a homossexualidade está associada com grandeza, no entanto, abala as crenças das pessoas.

    Fonte: Revista Catolicismo, nº 647, Novembro de 2004

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  2. Prezados,
    o blog de vocês é importante, mas não acham que deveriam ter uma conta no FB para aumentar o número de leitores? Já é sabido que os blogs têm 8 vezes menos visitações e possibilidades de crescimento em vista apenas dos seguidores no blogger. Pensem sobre isso. Fora que podem se afiliar a outros perfis nas redes sociais similares e que os indiquem.

    Bem, estou aqui pra recomendar este material sobre o Programa de ação do ativismo gay escrito em 1989, em Havard. Fala duas vezes específicamente sobre a Psicologia e como utilizá-la na agenda LGBTT:

    http://roberto-cavalcanti.blogspot.com.br/2012/10/programa-de-acao-do-ativismo-gay.html

    Programa de ação do ativismo gay

    “Guerra de propaganda” contra a moral católica
    Cena de "casamentos homossexuais" na Califórnia Em 1989, dois homossexuais graduados na Universidade de Harvard, Marshall Kirk e Hunter Madsen — o primeiro um pesquisador em neuropsiquiatria, e o segundo perito em táticas de persuasão pública e estratégias sociais de mercado — escreveram After the Ball: How America Will Conquer Its Fear & Hatred of Gays in the 90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vão Dominar Seu Medo e Ódio de Homossexuais nos Anos 90).

    Trata-se de um verdadeiro projeto para lançar no mercado a revolução cultural homossexual nos Estados Unidos. Convictos de que uma mudança duradoura só ocorre quando as pessoas são persuadidas, os autores procuram delinear os meios para mudar o modo como o país vê a homossexualidade. E explicam: “A campanha que delineamos neste livro, embora complexa, depende fundamentalmente de uma propaganda aberta, firmemente apoiada em princípios de psicologia e publicidade, de há muito estabelecidos”. E concluem que o resultado final dessa enorme guerra de propaganda seria a aceitação da homossexualidade, se não diretamente como “boa”, pelo menos como uma tolerável variante da normalidade.

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  3. Prezado Luciano, tenho lido alguns de seus artigos e me identifiquei muito com a questão da politização da profissão de psicologia. Também sou psicólogo e pretendo fazer um estudo aprofundado sobre o tema. Procurei seu endereço de email no blog mas não encontrei nada. Seria possível me enviar um email para que possamos trocar algumas informações? Segue meu email: felipsico22@gmail.com . Aguardo contato ansiosamente, abraços!

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