terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ativista gay americano abandona o homossexualismo


[glatze.jpg]Estrela em ascensão do movimento diz que Deus o libertou do estilo de vida
 Art Moore
© 2007 WorldNetDaily.com
 Michael Glatze era uma estrela em ascensão no movimento homossexual, mas ele agora declara não só que abandonou o ativismo — ele não mais é homossexual.
 Glatze — que era freqüentemente usado como referência nos meios de
comunicação como fundador da revista Young Gay America — conta a história de sua transformação numa coluna exclusiva publicada por WND.
 Embora Glatze tenha se isolado da comunidade homossexual um ano e meio atrás, ele diz que sua coluna provavelmente deixará algumas pessoas surpresas.
 “Isso será realmente notícia para todo o mundo com quem eu me relacionava”, afirmou ele a WND.
 A mudança radical em sua vida, relembra Glatze, começou com “inspirações” em sua mente que ele agora atribui a Deus.
“Espero poder compartilhar minha história”, disse ele. “Sinto fortemente que Deus me colocou aqui por um motivo. Até mesmo nos dias mais escuros das festas tarde da noite, uso de drogas e todos os tipos de coisas — quando em meus sentimentos eu me perguntava ‘Por que é que estou aqui, o que é que estou fazendo?’ — havia sempre uma voz ali”.
“Eu não sabia como chamar essa voz, nem se eu podia confiar nela, mas ela dizia ‘fique firme’”.
Glatze disse que ele teve consciência de sentimentos homossexuais com a idade de 14 e declarou publicamente que era “gay” com a idade de 20. Depois de uma década em que seu papel de liderança no movimento homossexual cresceu — mas, ao mesmo tempo, um misterioso conflito em seu interior — ele afirma que finalmente foi “liberto”.
Aliás, ele escreve em sua coluna da WND, “sair do armário da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira”.
Antes de “sair do armário” em sua coluna, Glatze fez contato com o gerente editorial de WND David Kupelian depois de ler seu livro “The Marketing of Evil”, o qual, conforme Glatze disse, “me deu muita ajuda em meu processo de cura das profundas influências do mal em nossa sociedade atual”.
“Não há nada no mundo que me daria mais prazer”, ele escreveu para Kupelian, “do que dizer a Verdade acerca da ‘homossexualidade’ e expiar meus pecados nesse assunto”.
A transformação de Glatze nos traz à mente a transformação de Charlene Cothran, famosa ativista lésbica americana que publicava a revista “gay” Venus. Ela também renunciou ao seu estilo de vida do passado. Ela se tornou cristã e deu uma nova missão para sua revista: “incentivar, educar e ajudar aqueles que desejam abandonar uma vida de homossexualidade”. Ela acrescenta: “Nossa missão máxima é ganhar almas para Cristo…”
Em sua coluna, Glatze fala sem rodeios, chamando o sexo homossexual como baseado puramente na cobiça sexual, significando que jamais consegue satisfazer plenamente.
“É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal”, escreve ele. “Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.”
Depois de se tornar editor da revisa Young Gay America com a idade de 22, Glatze recebeu numerosos prêmios e reconhecimento, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da importante organização homossexualEquality Forum (Fórum da Igualdade). Os meios de comunicação o procuravam a todo momento, com participações em programas de TV e menções numa matéria de capa da revista Time, intitulada “A Batalha envolvendo os Gays Adolescentes”.
Ele produziu, com a ajuda da TV pública americana e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário importante a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes homossexuais, “Jim In Bold”, que viajou pelo mundo e foi premiado em muitos festivais. A exposição de fotos de Young Gay America, que contava a história de jovens da América do Norte, viajou pela Europa, Canadá e partes dos EUA.
Em 2004, Glatze mudou-se de San Francisco para Halifax no Canadá, onde seu parceiro da revista Young Gay America tinha família. A revista, disse ele, buscava ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays.
Mas Glatze argumenta, “a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais ‘respeitada’, porque não era explicitamente pornográfica”.
Em 2005, Glatze teve papel principal num grupo de debatedores que incluía Judy Shepard, mãe do homossexual assassinado Matthew Shepard, no prestigioso JFK Fórum na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard.
“Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa ‘atuação’”, escreve ele, “que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência”.
Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus”, diz ele. “Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido”.
Ao se aproximar o fim de seu trabalho na Young Gay America, Glatze disse, os colegas começaram a perceber que ele estava passando por algum tipo de experiência religiosa.
Antes de deixar o emprego, não percebendo plenamente o que estava fazendo, ele escreveu seus pensamentos em seu computador do escritório, finalizando com a declaração: “A homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.
“Eu estava tão tenso, que era como se eu mesmo não estivesse escrevendo”, disse ele.
Inexplicavelmente, ele contou a WND, ele deixou palavras na tela do computador para todos verem.
“As pessoas que olhavam para a tela ficavam pasmas; achavam que eu estava doido”, declarou ele.
Mas ele deixou seus colegas de trabalho imaginando o que havia acontecido com ele, pois ele nunca tinha explicado detalhadamente sua decisão de renunciar.
Relembrando seu velho estilo de vida, Glatze contou a WND que toda vez que ele sentia estar fazendo algo errado, “eu simplesmente usaria uma desculpa popular, tal como ‘é assim que é a vida’”.
“Se eu tivesse de questionar algo, meus colegas diriam: ‘Você é um cara de muitos ideais’”.
Glatze disse que achava que os oponentes do homossexualismo eram “grosseiros e loucos, e queriam me machucar”.
“Eu achava que estavam prontos para me pegar”, disse ele. “Eles me deixavam realmente revoltado — e assustado, eu penso. Eu queria que eles sumissem”.
Glatze disse que não podia se permitir pensar que eles eram sinceros em suas convicções.
Mas ele agora tem profundo respeito por uma tia cristã que desaprovava seu estilo de vida.
Ela “nunca julgava, mas era sempre firme”, disse ele.
Leia também a história mais completa de Michael Glatze aqui.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.brwww.juliosevero.com

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O Conselho Nacional Fascista de Psicologia

Por Leonardo Bruno


Curiosa participação do Conselho Federal de Psicologia no caso da psicóloga e ativista homossexual Tatiana Lionço. A tal entidade publicou, em nota lida no Senado, no dia 29 de agosto de 2012, uma manifestação de desagravo e apoio à psicóloga, que “foi desrespeitada em suas prerrogativas profissionais ao ter suas manifestações no Seminário ‘Diversidade se aprende na Infância’, organizado pelas Comissões de Direitos Humanos e Minorias e Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, posteriormente editadas à sua revelia em vídeos ‘Deus salve as crianças’“.

 E a nota continua: “Conforme pode ser observado no video completo, a psicóloga Tatiana Lionço, em seu pronunciamento no mencionado Seminário ocorrido em 15 de maio último, destacou de modo geral a necessidade de atribuir o status de sujeito de direitos a crianças e adolescentes, conferindo-lhes o direito à dignidade e ao livre desenvolvimento da personalidade. Desta forma, suas contribuições foram na direção da superação de preconceitos e discriminações, bem como da violação de direitos humanos, conforme preconizam a Constituição Federal, O Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Ética Profissional do Psicólogo e também a Resolução CFP 001/1999, que estabelece normas de atuação em relação à questão da orientação sexual. Assim, por considerar nefasto o ato de agravo de utilizar o discurso da psicóloga na tentativa de disseminação de preconceito e discriminação, o CFP vem por meio desta nota repudiar veementemente tal situação ao tempo que manifesta sua solidariedade à psicóloga que, por meio de sua fala, reafirma o compromisso da Psicologia na garantia e defesa dos Direitos Humanos”. 


O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo também entrou com uma nota de apoio à psicóloga, com a seguinte publicação: “O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo e o Conselho Federal de Psicologia vem publicamente manifestar seu repúdio a situações em que agentes do poder público, buscando justificar posturas discriminatórias e argumentos contra políticas públicas que respeitem a diversidade sexual, utilizam-se de pronunciamentos de pesquisadores (as) e militantes na área das sexualidades e dos gêneros, distorcendo seus conteúdos. Agravam-se estas situações, considerando que tais figuras públicas pronunciam-se a partir de suas crenças religiosas e, portanto, de caráter privado, desrespeitando assim o princípio da laicidade do Estado brasileiro”. 


Quanto cinismo! Quanta hipocrisia e mentira em palavras tão empoladas e vazias! O que significa “atribuir o status de sujeito de direitos a crianças e adolescentes, conferindo-lhes o direito à dignidade e ao livre desenvolvimento da personalidade”? É simplesmente atribuir-lhes direitos sexuais, “brincadeiras sexuais”, autonomia sexual das crianças, fora do âmbito da educação e orientação dos pais. O “livre desenvolvimento da personalidade” nada mais é do que a escravidão da personalidade da criança à engenharia social do movimento homossexual, doutrinando, manipulando, induzindo os desejos e sentimentos dos menores nas escolas. Na verdade, o Conselho Fascista de Psicologia está plenamente de acordo com toda a agenda politicamente correta LGBT. 


Mas não se limita apenas a isso. É mais cínico e hipócrita ainda o dito conselho afirmar que o discurso de Tatiana Lionço fora objeto de “tentativa de disseminação  de preconceito e discriminação”. Será que os fascistas gays do CFP se esqueceram do caso da psicóloga Marisa Lobo, que está sofrendo uma dura perseguição da mesma instituição, só porque se declarou publicamente uma “psicóloga cristã”? 


 Para quem não sabe, é preciso recordar: Marisa Lobo está sofrendo um processo administrativo pelo Conselho Federal de Psicologia, pelo único crime de se declarar em blogs, páginas de internet e sites, como evangélica e cristã. Ela está sendo acusada falsamente de ter criado uma nova modalidade de “psicologia” e de “influenciar”, fazer proselitismo religioso sobre os pacientes. Inclusive, foi falsamente acusada por alguns militantes LGBT de pregar a “cura gay”. O processo do Conselho foi tão abusivo, que a obrigou, dentro de um prazo de 15 dias, que ela retirasse qualquer menção sobre religião cristã em seus sites e blogs, sob pena de cassação do seu registro profissional. Quando a psicóloga foi interrogada, sofreu um verdadeiro processo inquisitorial, dentro dos piores métodos stalinistas. Os seus julgadores determinaram: você não tem o direito de se dizer cristã e psicóloga ao mesmo tempo, porque fere o código de ética, guarde sua fé para você; você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga; você não pode dar declarações que induza a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs; você não tem o direito de dizer que ama o homossexual, mas prefere o filho hetero. 


 No entanto, o mesmo conselho de psicologia defende uma psicóloga que se autonomeia publicamente na internet uma “puta pública e federal”, participa de encontros com atores pornográficos gays e é ativista homossexual militante, defendendo “brincadeiras sexuais” entre crianças. Falar publicamente de cristianismo não pode, mas induzir ao homossexualismo através da política, das universidades ou de um consultório de psicologia pode? 


Recordemos que o Conselho Fascista de Psicologia estava censurando as palavras de Marisa Lobo fora do ambiente de trabalho, cerceando suas atividades públicas e de cidadã, dentro de seus direitos constitucionais, justamente por se posicionar abertamente contra a agenda gay. Alguém duvida que o Conselho Nacional Fascista de Psicologia esteja sendo usado para defender toda a agenda homossexual? Que na verdade, ele mesmo quebra o código de ética que tanto alardeia, e que na prática, são os próprios membros deste conselho é que deveriam ter seus títulos de psicólogos cassados? 

Conforme está escrito no art. 2 do Código de Ética do Psicólogo, publicado em 2005, sobre as vedações no exercício da psicologia: 


 “Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;”. 


 Na verdade, temos um fato jurídico típico, no mínimo estranho. Um conselho inteiro de psicologia querendo induzir as convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual da psicóloga Marisa Lobo. Ou melhor, querendo induzir as convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual de uma categoria inteira de profissionais. 


 O Conselho Regional também fascista de Psicologia de São Paulo comete um delito, ao afirmar que as opiniões religiosas ferem a “laicidade do Estado”. Ora, isso não é discriminação religiosa? Não se está distinguindo as opiniões que são da maioria do povo brasileiro, já que esta nação se formou dentro dos valores cristãos? O ateísmo é público e a religião é privada? Ao menos, os laicistas precisariam estudar a Constituição: a liberdade religiosa é um direito constitucional, público e válido dentro de qualquer liberdade de expressão e política. Ou melhor, a Carta Magna está lá “sob a proteção de Deus” no seu Preâmbulo. 


Na verdade, os militantes gays do Conselho Regional de Psicologia idealizam um Estado ateu, nos moldes comunistas da Coréia do Norte, da Albânia ou da União Soviética. Querem colocar os cristãos como cidadãos de segunda classe, marginalizados na vida política, censurados em suas opiniões morais e religiosas. Não é isso que o Conselho Fascista de Psicologia decretou, quando disse pra psicóloga Marisa Lobo guardar suas convicções cristãs privadamente, sob pena de punição? A perversão intrínseca do movimento homossexual é remodelar, através de um gigantesco trabalho de engenharia social e controle psicológico, toda a moralidade e comportamento sexual da sociedade. Através da manipulação subliminar da consciência das crianças nas escolas, sob o disfarce de uma psicologia científica e “progressista”, vê-se uma estrutura de pensamento totalitária da pior espécie, no sentido de como Stálin ou Hitler entendiam. 


Da mesma forma que havia na Alemanha Nazista uma “psicologia nazista”, uma “educação nazista”, uma “imprensa nazista” e uma “ciência nazista”, não é surpreendente que haja uma “psicologia homossexual”, uma “educação homossexual” e uma “ciência homossexual”. A homossexualidade é um elemento de coesão grupal sectária, tal como os nazistas faziam com a raça. Os soviéticos pensavam a mesmíssima coisa com o bolchevismo. Remodelar a realidade conforme uma ideologia gayzista perversa, eis o elemento poderoso de todo o movimento LGBT. 


 A pregação homossexualista do Conselho Federal de Psicologia é sempre compulsória. Pode-se pregar a “normalização” das práticas homossexuais, para transformar heterossexuais em gays ou inverter a “ordem sexual”, nas palavras de Tatiana Lionço. Mas o inverso não é verdadeiro. Aliás, o movimento gay não reconhece a liberdade sexual que tanto almeja. Na prática, “liberdade” é escravizar a mente das crianças, incapazes de ter senso de proporções quando são induzidas por adultos. “Liberdade” é intimidar através de leis e ameaças de prisão todos aqueles que questionam a agenda gay. São os “homofóbicos”, os “criminosos”, tais como os indivíduos “racialmente inferiores” da Alemanha Nazista ou os “inimigos do povo” na época de Stálin. O fascismo gay ataca novamente. E o Conselho Fascista de Psicologia decreta: Salutto al Duce! 

sábado, 1 de setembro de 2012

Perversão da adoção

Carlos Ramalhete

Publicado em 30/08/2012 | carlosgazeta@hsjonline.com
 
Nada é mais cruel que crianças em bando, especialmente na escola. Afinal, uma das coisas que a escola – com seus uniformes, sua separação por idade etc. – ensina é a rejeitar o diferente. Uma criança que tenha qualquer diferença vai certamente sofrer bastante, por mais que professorinhas bem-intencionadas tentem lutar contra o “bule”, a chaleira e a leiteira. Esse comportamento, que já é parte da natureza humana, é exacerbado na escola.
Pois agora, além dos problemas de sempre – gordurinhas a mais ou a menos, cor de cabelo, espinhas, nomes estranhos... –, o STJ acaba de acrescentar mais um, ao fazer com que um pobre menino, já vitimado pelo medonho sistema de “abrigos” para órfãos, se veja com uma certidão de nascimento em que constam dois “pais”. Ele foi entregue em adoção formal a dois homens.
Os pais de uma criança já esticam ao limite seus poderes naturais ao criar empecilhos para os filhos. Conheço uma moça que há décadas (é, não é tão moça assim) tem de explicar que se chama Kristiany, com “k” no começo e “y” no fim.
Uma mãe até pode entregar seus filhos para que uma dupla de amigos do mesmo sexo ou uma comunidade religiosa ou hippie os crie. Ela vai estar criando uma dificuldade para a criança, mas ainda estará dentro dos limites de seu poder de mãe. Esticando-os, é verdade, mas dentro dos limites.
Quando o Estado o faz, contudo, não está mais agindo dentro de seus limites. O Estado não pode registrar como “mães” de uma criança todas as freiras de um convento em que ela seja criada, nem como “pais” uma dupla do mesmo sexo. Uma certidão de nascimento em que constem os nomes do pai e mãe adotivos é uma mentira piedosa, que serve para evitar constrangimentos.
Por outro lado, por mais que haja quem tente “desconstruir a família tradicional”, continua sendo biologicamente impossível ser filho de 20 freiras ou dois barbados. Uma certidão em que constem dois “pais” e nenhuma mãe – ou 20 “mães” e nenhum pai – é um absurdo patente, um abuso de autoridade por parte do Estado.
O Estado reconhece a família porque é nela que a vida é gerada. Um homem e uma mulher se unem, geram filhos e os criam, e é do interesse de toda a sociedade que isso funcione bem. Quando falta uma família, o Estado pode entregar a criança a outra família, que a adota como nela houvesse nascido. Conventos, comunidades hippies e uniões de pessoas do mesmo sexo, contudo, podem ser modos de convívio agradáveis para quem neles toma parte, mas certamente não são famílias. Isso é abuso, não adoção.