terça-feira, 7 de agosto de 2012

Psicólogos cristãos estão sendo intimidados por Conselho Regional de Minas Gerais

O Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC) recebeu uma notificação oficial da Comissão de Orientação e Fiscalização do Conselho Regional de Psicologia (CRP) de Minas Gerais para que retirasse do site da associação (cppc.org.br) as palavras: “Psicólogo”, “Cristão” e “Psicologia Cristã”, como também informações sobre os profissionais associados. Sob pena de sofrer penalidades, inclusive do Conselho Federal de Psicologia. Detalhe, o termo“Psicologia Cristã” não consta no site da associação.
Segundo o CPPC, a questão foi discutida na Diretoria Nacional e junto com o Conselho Consultivo foi buscada assessoria de advogados para a questão. Porém, segundo a constituição e as leis que os criaram, os Conselhos profissionais têm competência para fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo, mas não têm competência para controlar associações civis, como é o caso do CPPC. Até porque a associação não presta serviços de Psicologia.
O Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos está aguardando o posicionamento do Conselho Regional sobre a questão.
Em comunicado aos associados da CPPC, inclusive os de Minas Gerais, o presidente da associação, Karl Kepler, pede serenidade. “Que nos juntemos em oração, pois é só de Deus que depende o bom resultado desse confronto. Que Ele nos conceda a coragem para continuar como testemunhas da Verdade, inclusive sobre nossa fé, mas com a sabedoria e mansidão necessária para falar aos que não partilham dela”, diz a nota.

Fonte: http://www.verdadegospel.com/psicologos-cristaos-estao-sendo-intimidados-por-conselho-regional-de-mg/?area=2

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

MANIFESTAÇÃO AO ARTIGO DO PSI JORNAL DO CRPSP, EDIÇÃO nº 168 (abr.2011, p.24-25) QUE TRATA DA ALIENAÇÃO PARENTAL

MANIFESTAÇÃO AO ARTIGO DO PSI JORNAL DO CRPSP abr

ONU promoverá conferência sobre consumismo infantil no Brasil: Não se enganem - isto é doutrinação ideológica!

 



No próximo dia 13 de junho de 2012, de 11h30min às 13h00min, na sala T5 do Rio centro, a ONU promoverá a Conferência sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade.  

São presenças de relevo: Ana Cláudia Bessa - do Instituto Criança Livre de Consumismo; Ana Maria Wilhelm, do Instituto Akatu; Gabriela Vuolo, do Instituto Alana; Mariana Ferraz, do Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor; Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia; e Ute Craemer - da Aliança pela Infância.

Mas não se animem, prezados leitores: o evento é fechado para pessoas previamente credenciadas na ONU. (Vide o cartaz abaixo acima - os destaques são meus)

Esclareçamos: A ONU vem ao Brasil para disseminar diretrizes e estratégias para a sua militância promover a destruição da família e implantar a Nova Ordem Mundial!

Caríssimos leitores: Aí está a prova cabal do Governo Mundial em gestação - Se alguém ainda andava cético por achar que se trata de mais uma fantasiosa "teoria da conspiração", tem aí um fato incontestável. 

Visitem todos estes institutos e você constatarão por si mesmos um intenso ativismo ideológico de matiz socialista. Falo inclusive do Conselho Federal de Psicologia, que incorre em flagrante crime de prevaricação, já que não deveria se envolver em ativismo político,  por se tratar de uma autarquia. 

Não se enganem: por detrás de uma melíflua campanha de proteção às crianças, jaz um sórdido e muito bem urdido projeto de revogação das autoridades paterna e materna. 

Pais e Mães, ouçam, enquanto há tempo de ouvir: cuidem da liberdade dos seus filhos e da autoridade que vocês mantêm sobre eles! Se vocês não cuidarem, eles cuidarão!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

'Achava impossível mudar', diz ex-travesti que hoje é pastor em MT

Pastor diz ajudar quem quer voltar a ser hétero através de associação.
Para Joide Miranda, homossexualidade pode ser desaprendida.

Pollyana Araújo Do G1 MT
Joide e Édna estão casados há 14 anos. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)
Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser hétero, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). "A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida", diz o pastor.
O trabalho da associação vai contra a posição do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que orienta profissionais da área a não colaborar com serviços que ofereçam tratamento e cura para homossexualidade e não reforçem preconceitos sociais já existentes em relação ao tema.
Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora se diz "completamente restaurado", pontua que o trabalho que desenvolve busca a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. "Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência", afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Ele explica que a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais o procuraram. O pastor diz que os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e a insatisfação. "Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor", conta o pastor, que mora em Cuiabá com a família.
Um dos pilares da associação, segundo ele, é a estruturação familiar. Para o pastor, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade. Ele diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos, de modo que atuem de forma preventiva. "Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade são os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças", enfatiza, ao relatar que, aos 6 anos, foi abusado por um vizinho.
Joide morou em vários países, entre eles na França. (Foto: Arquivo pessoal) 
Joide morou em vários países, entre eles na França(Foto: Arquivo pessoal)
Além dos próprios homossexuais, Joide diz receber inúmeros telefonemas de mães que não concordam com a orientação sexual dos filhos. Ele diz que muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que, após muita insistência, conseguiu fazer com que ele fosse para a igreja. Antes disso, o ex-travesti morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía.
Ele cita dois casos de ex-gays que teriam se tornado heterossexuais depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles na França, que morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.
Outro é o caso de um ex-travesti do Maranhão, que colocou silicone até nos lábios e agora é missionário de uma igreja evangélica. "Quando a pessoa resolve mudar, o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos", explica.
Joide se casou, mas diz que casamento não pode servir de fuga. (Foto: Arquivo pessoal) 
Joide se casou, mas diz que casamento não pode servir de fuga. (Foto: Arquivo pessoal)
Casamento
No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. "Falava para ele que não era para colocar a mão na cintura, nem cruzar as pernas como mulher", disse. Ela, no entanto, faz questão de enfatizar que se casou com um heterossexual e que nunca duvidou da mudança do marido. "Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais", afirma.
Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. "Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas". Ela conta que no início do relacionamento enfrentou certo preconceito por parte daqueles que não acreditavam na mudança de Joide.
No entanto, os dois afirmaram que o casamento não pode servir como uma "fuga". Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. "Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia", recorda Joide, ao se dizer realizado hoje com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.
Na visão dele, a homossexualidade está na mente e, por isso, pode ser restaurada."Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada", afirma. Ele disse ainda que, quando foi molestado pelo vizinho, teve medo de contar para a família, principalmente ao pai, que era alcoólatra.