terça-feira, 25 de outubro de 2011

Entrevista do médico Osmar Terra Programa Jô

O Ativismo Político do Conselho Federal de Psicologia

O Ativismo Político do Conselho Federal de Psicologia

Psicólogos tentam impedir pesquisa com homicidas

21/01/2008 - 08h26

RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Um grupo de mais de cem pessoas, que inclui psicólogos, advogados, antropólogos e educadores, quer tentar impedir a realização de um projeto de pesquisa que pretende mapear o cérebro de 50 adolescentes homicidas em Porto Alegre (RS). A reação contra os cientistas que lideram a proposta cresceu a partir de dezembro passado, quando um abaixo-assinado acompanhado de uma nota de repúdio de autoria coletiva começou a circular.

A versão mais atual do documento está assinada por 101 pessoas, incluindo integrantes do CFP (Conselho Federal de Psicologia) e de conselhos regionais. Baseada em reportagem publicada pela Folha em 26 de novembro último, a nota compara a pesquisa a "práticas de extermínio" e de motivação "eugenista".

Dois dos líderes do projeto que está sendo criticado são o neurocientista Jaderson da Costa, da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), e o geneticista Renato Zamora Flores, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Um aluno de mestrado no grupo é o secretário da Saúde do Estado, Osmar Terra, deputado federal licenciado pelo PMDB.

A intenção dos cientistas é analisar em uma mesma pesquisa aspectos neurobiológicos, psicológicos e sociais do comportamento violento, tendo como foco de pesquisa um grupo de internos da Fase (antiga Febem gaúcha).
O projeto de pesquisa ainda não foi protocolado no comitê de ética da PUC-RS, que vai avaliá-lo, mas alguns signatários da nota de repúdio já estão organizando uma reação.

"A gente pretende evitar que ele se realize", diz Ana Luiza Castro, psicóloga do Juizado da Infância e Juventude de Porto Alegre. "Entendemos que ele fere o Estatuto da Criança e do Adolescente e fere os direitos humanos porque parte desse princípio: liga a violência a um determinado grupo social."

Castro, que foi diretora da Fase no governo Olívio Dutra (PT), diz que pretende tentar barrar a pesquisa recorrendo à própria PUC-RS e, se não der certo, estuda ir ao juizado o ou ao Ministério Público.

"O estatuto fala de garantias, de reeducação e de reinserção social dos adolescentes", diz a psicóloga. "Nós não entendemos em que medida esse tipo de estudo pode ajudar nisso."

Para Jaderson da Costa, os signatários do abaixo-assinado aderiram ao movimento por desinformação ou por não compreenderem a reportagem sobre a pesquisa.

"O que eles assimilaram foi que nós estaríamos sendo reducionistas, procurando simplesmente uma base neurobiológica e desprezando qualquer outro fator", diz Costa. "Na realidade, é um projeto que visa mesmo ver bases neurobiológicas, neurológicas e genéticas, mas não descuida dos aspectos neuropsicológicos, psiquiátricos, emocionais e sociais."

Segundo o neurocientista, a reação contrária à pesquisa se deve a uma vertente acadêmica que rejeita a incorporação da neurobiologia no estudo do comportamento humano. "Existe uma corrente retrógrada, que quer manter o conhecimento como está", diz. "Mas o foro para resolver essas coisas não é esse bate-boca com abaixo-assinado. O foro é a academia, a discussão acadêmica."

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

'Autoridades devem olhar mais o assédio no futebol', diz Neto

Ex-jogador fala ao 'Direto da Fonte' sobre Copa do Mundo no Brasil, política e pedofilia

24 de outubro de 2011 | 3h 06



DÉBORA BERGAMASCO - O Estado de S.Paulo
Entre Dilma e Ricardo Teixeira, Neto escolhe a presidente para mandar no Mundial de 2014. "Ela é que tem que partir para cima em termos de estrutura para que tenhamos uma boa Copa, porque uma ótima Copa nós não teremos". O polêmico comentarista da Band, que agora ganhou um programa para chamar de seu - O Dono da Bola - acaba de ser convidado para se filiar ao PPS. O ídolo corintiano com quase um milhão de seguidores no Twitter despista: "Agora não é o momento para entrar na política". Se fosse, já teria até bandeira para levantar: "Muita gente usa o poder como diretor, como técnico para usar do benefício sexual com os meninos (da categoria de base)", revela Neto, sugerindo mais atenção das autoridades para isso. A seguir, trechos da conversa.
'Dilma deveria tomar a dianteira. Tem que partir pra cima em termos de estrutura', diz sobre a Copa - Paulo Giandalia/AE
Paulo Giandalia/AE
'Dilma deveria tomar a dianteira. Tem que partir pra cima em termos de estrutura', diz sobre a Copa
Por que não vai para o PPS?
Já recebi convites também do PTB, mas não penso nisso... ainda. Trabalho na TV, tenho um bom salário, estou focado.
Quem tem que mandar na Copa: Dilma ou Ricardo Teixeira?
É a Dilma que deveria tomar a dianteira. Tem que partir para cima em termos de estrutura para que tenhamos uma boa Copa, porque ótima nós não teremos. Adorei a indicação dela para que o Pelé fosse o embaixador do Mundial. Se levar só pelo lado político, vai dar tudo errado. Mas você vê, o Pelé, que não falava com o João Havelange nem com o Ricardo Teixeira, agora está sentado junto conversando. Se não tiver um Pelé encabeçando, é melhor nem ter Copa aqui.
O que você acha da possível demissão de seu colega de emissora Rafinha Bastos, da Band?
Ele foi indelicado, mas tudo tem uma conversa, né? Eu não perderia um talento como ele por causa disso.
Você já foi chamado pela direção da Band pedindo para que pegasse leve?
Já. Mas não foi uma crítica. Me disseram: "Neto, você é comentarista de futebol, não de política ou de polícia". É que, às vezes, eu interagia com o Datena e acabava metendo o pau onde não devia. Mas nunca na Band ninguém me proibiu de falar do Ricardo Teixeira, do Dunga, do Joseph Blatter ou do ministro dos Esportes.
Nem mesmo para mudar o sotaque caipira?
Uma vez marcaram uma consulta com a fonoaudióloga da Band. Ela está até hoje me esperando (risos). O que eu estou tentando fazer é acertar o português. Como estudei até o primário, tenho dificuldades. Faço aula particular uma vez por semana. É conversação.
Como é uma aula de conversação em português?
Não preciso ter um português para empresa, nem fazer redação. A professora me assiste muito na TV, sabe os termos que uso. Às vezes, tenho dificuldades para fazer concordâncias. Já falei "mais maior", "chego", "fazem tantos anos". Hoje já não erro mais o plural. Não terminei os estudos porque fui idiota. Comecei a jogar bola, ganhar dinheiro e ninguém falou o que eu tinha que fazer, nem meus pais.
Por que decidiu fazer a cirurgia de redução de estômago?
Tentei de tudo, tomei até umas bolinhas fortes. Mas engordava tudo de novo. Quando parei de jogar, ganhei mais peso. Tenho 1,74 de altura e pesava 110 quilos. Já eliminei 27.
O que mudou na sua vida depois da operação?
Tudo. Sou mais disposto, brinco com meus filhos, jogo bola no master do Corinthians e meu desempenho sexual e a artrose nos tornozelos também melhoraram. Depois de cinco anos só usando roupa preta e larga, hoje visto calça jeans. Fui a uma festa e coloquei smoking, coisa que não fazia. Como as mesmas coisas, só que em quantidades pequenas.
Enquanto era jogador, você já sofria com sobrepeso. Já pegavam muito no seu pé.
Ainda pegam no meu pé. Hoje me veem magro e perguntam: "Pô, por que você não era assim quando jogava?". Falo: "Não era assim porque eu não queria, ué". As pessoas estão acostumadas a te cobrar pelo que acham que você deve ser.
Mas o excesso de peso não atrapalhava o rendimento?
Ah, atrapalhava. Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, teria disputado três Copas do Mundo e nunca fui a nenhuma. Não bebo há 11 anos, não fumo há quase oito.
E essa caixa de charutos e a pinga na estante?
Ah, isso eu ganhei. O charuto eu fumo, só que eu não trago, né? Com a bebida eu parei completamente quando minha filha nasceu. Eu ficava violento quando bebia, sofri acidente, quase morri. Agora, por que não fui para Copa? Fui irresponsável, não me cuidei. Fui considerado duas vezes o melhor jogador do Brasil, fui capitão de quase todos os times que joguei, mas não fui profissional, fui um boleiro que jogou muita bola. Poderia ter jogado no Milan, no Barcelona. Se o Rivaldo, o Romário e o Bebeto jogaram, acho que tinha condições de ter ido também.
Recomendaria uma cirurgia de redução de estômago para o Ronaldo?
O jogador profissional é sempre privado de comer, beber, dormir tarde. Ele tem que pensar na saúde. Ponto. Se eu fosse o Ronaldo, eu faria. Mas ele acabou de parar, deixa o cara ficar de férias.
Nesses anos de futebol, presenciou consumo de drogas?
Muito. Vi muita maconha, cocaína, glucoenergan (composto polivitamínico) na veia. Sem falar na bebida, né? Tenho uma história bonita, a do Alceu. Jogamos na Seleção Brasileira, no Guarani e moramos juntos. Ele sempre gostou de fumar maconha. Eu até já fumei uma vez, quando tinha 17 anos, e nunca mais. Aí as vidas tomaram rumos diferentes e fiquei uns 18 anos sem vê-lo. Soube então que ele viveu durante 11 anos viciado em crack, mas que agora tinha se recuperado. Liguei na hora para ele. Choramos. Há cinco anos ele não usa mais drogas e virou coordenador da fazenda de reabilitação de viciados em Florianópolis. Perguntei qual era o seu maior sonho e ele disse que era voltar a estudar. Hoje pago a faculdade de psicologia. Ele é o melhor aluno, me manda boletim e frequência. O problema é que a maioria dos ex-jogadores não estudou, muitos não souberam aplicar o dinheiro, e quase todos se separaram. Os clubes do futebol brasileiro não orientam os seus funcionários para essas questões, nem sobre as drogas.
Mas tem psicólogos nos Centros de Treinamento.
Ah, não acredito nisso, não. Eu acho que deveria ser uma coisa mais efetiva desde a categoria de base. Vamos citar o Jobson (que assumiu ser viciado em crack). Jogava no Brasiliense, ficou famoso no Botafogo, e ninguém ajudou o moleque? E a Fifa ainda quer afastá-lo do futebol por um ano? Em vez de colocá-lo numa clínica, reabilitá-lo, fazê-lo voltar para o futebol e servir como exemplo, os caras querem acabar com a vida dele tirando o seu emprego.
E a homossexualidade é comum no futebol?
Nas divisões de base sempre teve. E tem até hoje.
Como assim, na base? O jogador deixa de ser gay quando sobe para o profissional?
Não, não falei que os jogadores são homossexuais. O que eu disse é que muita gente usa o poder como diretor, como técnico, como outras coisas, para usar do benefício sexual com os meninos. Foi isso o que eu disse.
Existe isso no Brasil?
Muito.
No Estado de São Paulo?
No Brasil inteiro. Existe bastante. É que essas coisas não são divulgadas, mas quando eu trabalhei como gerente de futebol e quando fui jogador, a gente sabia disso. É velado. Para falar a verdade, é uma coisa muito séria, que o ministro dos Esportes e as autoridades deveriam olhar mais.
Mas as pessoas sabem disso?
Sabem sim, ué. Vou até te explicar: esses meninos, quando chegam nas categorias de base, deveriam ter escola, psicólogo, deveriam aprender sobre esse tipo de coisa, serem orientados mesmo.
Como seria esse assédio sexual? Seria do tipo...
Do tipo, não. Do poder que o cara tem e do menino que chega lá do cafundó do Judas e vem fazer teste em um determinado time. E, muitas vezes, tem que fazer esse tipo de coisa.
Tem que transar com o chefe?
Opa. É isso aí.
Você já foi assediado sexualmente?
Eu não, eu tinha cara de bravo. E com 15 anos já era titular do Guarani. Comecei na base com 11 anos, mas meu pai estava sempre comigo, isso faz toda diferença. As pessoas pegam sempre os meninos desprotegidos, que às vezes não têm dinheiro para comprar um lanche, uma bala. Isso é uma coisa que os dirigentes dos clubes deveriam perceber e fazer uma coisa legal. E não tem problema você ser homossexual, hétero ou bi. O problema é você usufruir de seu poder para ter vantagens sexuais.
Na época, aconteceu com algum amiguinho seu?
Ah, se eu tô falando isso é porque já, né? Mas eu não vou falar.
Por que jogador não assume publicamente ser gay?
Ah, tem um preconceito grande, o cara pode ter medo de perder o emprego, são muitas questões para compreender. Você vê aí o que o coitado do Richarlyson passa. Ninguém sabe se ele é homossexual ou não. Eu mesmo não sei, não o conheço. Mas e o que ele sofre no dia a dia jogando futebol? E o menino é um baita de um jogador extraordinário. Mas será que vale a pena expor a família? Não sei. Eu tenho homossexual na família.
Qual é o parentesco?
Não, não vou falar. E não tem problema, graças a Deus.
Arrepende-se de algo na vida?
A coisa mais horrível que eu fiz foi ter cuspido no rosto do juiz José Aparecido de Oliveira, em 1991. Foi feio demais da conta. No dia seguinte eu queria sumir, desaparecer, não queria ser eu mesmo. Senti vergonha da minha família. As pessoas que te amam, te perdoam. Fui massacrado. E foi merecido. Mas sou tão sortudo que, no mesmo ano, o santo papa veio para o Brasil e anistiou todos os pequenos pecadores. Eu pedi perdão para o José Aparecido ele me perdoou. Depois até o entrevistei. Mas eu não queria que minha filha Luísa soubesse disso na escola. Então cheguei para ela e falei: "O papai cuspiu no rosto do juiz, o papai foi muito sujo e nunca mais fez isso".
Em seu primeiro casamento, você e sua mulher tentaram gravidez por inseminação artificial. Foi com o mesmo médico do Pelé, o Roger Abdelmassih, condenado por assediar pacientes?
Não, não, foi em Campinas. Deus me livre. Olha isso: um dia eu estava deitado no sofá, olhando uma foto minha na parede de quando eu fui campeão pelo Corinthians em 1990. Pensei: "Caramba, conheço aquele cara". Aí levantei, olhei bem e... "Caralho, é aquele fdp daquele doutor!" Ele estava bem do meu lado. Tirei o quadro na hora. E joguei fora.

As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas

Barbies ideais para o pré-primário não-heteronarmativo: Barbie com Barbie Bonecas adequadas à pré-escola não-heteronormativa: Barbie com Barbie
Então… Aí o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), com aquele seu estilo muito característico, diz que a militância gay  quer ensinar “gayzismo” para as crianças, e os progressistas ficam todos arrepiados, acusando-o de “reducionista”, “reacionário”, sei lá o quê. Nota à margem: militante gay é tão sinônimo de “homossexual” quanto um sindicalista da CUT é sinônimo de trabalhador, e chefão do MST, de homem do campo. Entenderam?
A Folha de hoje traz um artigo espantoso, escrito por um certo “Leandro Colling”, identificado como “professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBT”. Será professor de quê?
Leandro deixa claro o seu propósito: ele não quer apenas a afirmação das “identidades” sexuais “LGBTTs”, WXYZ, XPTO… Nada disso! Ele também quer “problematizar” as demais identidades, compreenderam? Em particular, seu texto deixa claro, ele quer “problematizar a heterossexualidade” para discutir a “heteronormatividade”. Ele acha que os heterossexuais vivem na “zona de conforto”. Certo! Leandro é do tipo que acredita que ninguém pode estar em paz com a sua sexualidade, especialmente se for hétero… Santo Deus!
Numa manifestação de rara estupidez, fornecendo munição, inclusive, para a homofobia, escreve, contrariado a hitória, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…
“Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.”
Se bem entendi, as grávidas também terão de ser vigiadas. Tão logo o ultrassom aponte o sexo do bebê, os pais dos meninos comprarão roupinha cor-de-rosa para contestar a “heteronormatividade”, e os das meninas, azul. Assim que o Júnior nascer (o nome será proibido), ganha uma boneca, que não será “heteronormativa” nem “louronormativa”. Que tal uma cafuza ou mameluca, vestida com as roupas do Ken? Num raciocínio de rara delinqüência intelectual, ele conclui que, se a heterossexualidade fosse normal e/ou natural, não haveria homossexuais… E ele é professor universitário!!! É… Nas outras espécies animais, não se debate outra coisa: como acabar com a heteronormatividade dos cães, dos golfinhos, dos gatos e  dos pica-paus…
Em vez de futebol heternormativo, os infates podem brincar com o Ken, na banheira com o Ken. O ministério de Fernando Haddad deveria distribuir as bonecas no jardim da infância Em vez de futebol heternormativo, os meninos brincarão de luta de "Kens" na banheira. Bonecos para o Jardim II...
Kit gay
É o militante quem confessa, com todas as letras, qual é o objetivo do kit gay preparado pelo MEC:
“Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs.”
Entenderam? O kit gay é mesmo para patrulhar as crianças que correm “o risco” de cair na “heternormatividade”… A “vitória” no STF foi só o primeiro passo. O segundo é aprovar a chamada lei que criminaliza a homofobia, fazendo da “questão de gênero” um tema de polícia. E a terceira é levar o proselitismo “homoafetivo” para as escolas. Colling esclarece, e devemos confiar no que ele diz porque é militante da causa: não é para provar que todos somos iguais perante a lei: é para tirar os heterossexuais da “zona do conforto”. Como poderia dizer o ministro Ayres Britto, ele acha que os héteros ainda não pensaram suficientemente o seu “regalo”, o seu “bônus”, o seu “plus a mais”…
Agora estou entendendo melhor aquele livro aprovado pelo MEC! A língua portuguesa considerada culta é a heteronormatividade da gramática. O próximo passo é acabar com a aritmético-normatividade, a geométrico-normatividade e a científico-normatividade.
Está tudo aí, senhores parlamentares! Decidam!
Segue o artigo
Por favor, comentem com o bom senso e a sabedoria que faltam ao tal Colling. O problema desse rapaz não é ser gay, é óbvio! Seu problema é ser, antes de qualquer outra coisa, muito pouco inteligente e muito pouco informado a respeito das coisas sobre as quais escreve. Em outros tempos, consideraria  espantoso o fato de ele ser professor universitário. Hoje em dia, acho até muito explicável.
*
O Dia de Combate à Homofobia, 17 de maio, é uma boa data para repensarmos as estratégias que utilizamos para desconstruir os argumentos dos homofóbicos.
As políticas de afirmação identitária, utilizadas para atacar as opressões contra LGBTTTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), negros e mulheres, para citar apenas alguns grupos, surtiram efeito e por causa delas podemos comemorar algumas conquistas. Mas, ao mesmo tempo, essas políticas são limitadas em alguns aspectos.
Além de afirmar as identidades dos segmentos que representamos, também precisamos problematizar as demais identidades. Por exemplo: LGBTTTs podem, se assim desejarem, problematizar a identidade dos heterossexuais, demonstrando o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos.
Assim, em vez de pensarmos que as nossas identidades são naturais, no sentido de que nascemos com elas, iremos verificar que nenhuma identidade é natural, que todos resultamos de construções culturais.
Dessa maneira, a “comunidade” LGBTTT passaria a falar não apenas de si e para si, mas interpelaria mais os heterossexuais, que vivem numa zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros (aliás, bem diversas entre si).
Para boa parte dos heterossexuais, apenas LGBTTTs têm uma sexualidade construída e problemática, e o que eles/as dizem não tem nada a ver com as suas vidas.
É a inversão dessa lógica que falta fazermos para chamar os heterossexuais para o debate, para que eles percebam que não são tão normais quanto dizem ser.
Ou seja: para combater a homofobia, precisamos denunciar o quanto a heterossexualidade não é uma entre as possíveis orientações sexuais que uma pessoa pode ter.
Ela é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória.
Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física.
A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.
Para executar estratégias políticas que denunciem o quanto a heterossexualidade é compulsória, e de como ela produziu a heteronormatividade (que incide também sobre LGBTTTs que, mesmo não tendo práticas sexuais heterossexuais, se comportam como e aspiram o modelo de vida heterossexual), não podemos apostar apenas em marcos legais e institucionais.
Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs. Nesse processo, comunicadores e artistas também poderiam servir como excelentes sensibilizadores para que tenhamos uma sociedade que realmente respeita a diversidade. E a festeja como uma das grandes riquezas da humanidade.
Por Reinaldo Azevedo

Adoção de crianças: uma dica para o lobby político gay


by O. Braga
O vínculo de filiação implica a existência de terceiros — as crianças — e seus direitos.
Por isso, a maternidade e a paternidade não são direitos, porque não são subjectivos mas antes são objectivos, na medida em que correspondem a uma posição de reconhecimento, pela lei, pela tradição e sobretudo pela nossa cultura antropológica, de um vínculo de filiação.
Destruir esse vínculo de filiação é uma forma de instituição progressiva de uma sociedade totalitária, na medida em que o ser humano não é outra coisa senão um ser institucional (a filiação é uma instituição), e na medida em que, desta forma, é retirada ao indivíduo a sua identidade por via da eliminação das suas raízes e referências históricas.
A ideologia gayzista é fundamentalmente totalitária.

O gayzismo e os me®dia

O. Braga @ 7:32 pm

Como é possível que o parlamento inglês não tenha liberdade para discutir em plenário a liberdade de expressão? Como é possível que o partido conservador inglês não consiga conservar a instituição do casamento, quando defende agora a extensão do casamento a parceiros do mesmo sexo? As respostas estão numa nova espécie de ideologia (o gayzismo ou homossexualismo) que está a ser integrada em um novo projecto totalitário abrangente.
O que se está a passar na Europa é uma guerra de informação (nos me®dia, mas não só) que paulatinamente vai retirando a liberdade de expressão não só aos cidadãos em geral, mas também às próprias instituições ditas democráticas. A guerra pelo controlo da informação tem origem em uma aliança estratégica entre a elite política (ou melhor: a “ruling class”) e a ideologia gayzista. Em primeiro lugar, procuramos saber o que é ideologia gayzista; em segundo lugar, saber por que a ideologia gayzista interessa às elites; e por último, saber quais as possíveis consequências da actual deriva totalitária na Europa.
Do ponto de vista informacional, uma ideologia é um sistema de ideias feito para controlar, acolher e recusar a informação. Uma ideologia não é apenas uma teoria, mas é sobretudo uma doutrina.
Com a história relativamente recente do nazismo e do comunismo, a população europeia está, grosso modo, vacinada contra estes dois tipos de totalitarismo: hoje, os partidos comunistas tendem a desaparecer e os partidos nazis são uma ínfima minoria. Por isso, e afastados os espectros destes dois tipos de totalitarismo, uma determinada facção da elite europeia e globalista vê com bons olhos a incorporação da ideologia gayzista nos seus planos de acção política, porque esta ideologia contribui, de facto, para a alienação identitária e atomização da sociedade, abrindo assim o caminho para a instauração de um novo tipo de totalitarismo.
Os gayzistas (ou seja, os militantes da ideologia gayzista) têm um problema: a sua ideologia baseia-se num determinado comportamento — a ideologia gayzista parte da praxis para a doutrina, ao contrário das ideologias tradicionais que partem da doutrina para a praxis. Nesta inversão da acção política reside a necessidade do gayzismo de se infiltrar nos partidos políticos tradicionais, e é assim que vemos, por exemplo, a gayzista Isabel Moreira eleita deputada independente pelo Partido Socialista, e o partido conservador britânico minado por dentro pela militância gayzista infiltrada.
A partir do momento em que o gayzismo parte da validação absoluta de um determinado comportamento (praxis), para uma doutrina específica, é obrigado a desconstruir teoricamente o real — já não se trata apenas e só de uma desconstrução da História ou de ideias (como faziam as ideologias tradicionais), mas agora é já a própria desconstrução da realidade concreta e objectiva. Esta desconstrução da realidade passa necessariamente pela erradicação da identidade do indivíduo comum, negando-lhe não só a liberdade de expressão em nome de uma pretensa igualdade, mas também a sua própria história pessoal através da destruição da instituição da filiação.
Como toda a ideologia, o gayzismo pretende sempre evitar, a todo o custo, que a informação o atinja. Para isso, o gayzismo afasta a informação e afasta-se desta. A ideologia gayzista (como todas as outras) faz implodir a informação, e verificamos isso mesmo quando qualquer informação contrária à ideologia gayzista é imediatamente alvo de insultos (“Homófobo! Intolerante! Ignorante! Atrasado mental!”) — e isto para que a informação não faça explodir a ideologia gayzista.
A ideologia gayzista não seria um problema de maior se não estivesse hoje a ser utilizada e instrumentalizada pelos herdeiros políticos dos totalitarismos do século XX. Quando o partido conservador inglês (já minado por dentro) defende o “casamento” gay, e quando a liberdade de expressão não pode ser objecto de discussão livre no parlamento inglês, percebemos a dimensão do problema. A ameaça totalitária que devemos temer já não é o nazismo ou o comunismo, mas antes “devemos temer o que não conhecemos, e conhecer o mais depressa possível o que hoje devemos temer” (Gianfranco Sanguinetti).

Homossexualidade e abuso sexual de crianças


Escrito por Timothy J. Dailey | 11 Abril 2011
Artigos - Movimento Revolucionário 
 
O falecido poeta "beat" Allen Ginsberg ilustra a ligação natural entre a homossexualidade e a pedofilia. Muitos conhecem Ginsberg como um ilustre poeta homossexual "liberado": menos pessoas sabem que ele também era um pedófilo.
Escândalos envolvendo o abuso sexual de garotos menores de idade por padres homossexuais têm sacudido a Igreja Católica. Ao mesmo tempo, os defensores da homossexualidade sustentam que organizações para a juventude, como os Escoteiros, deve ser obrigadas a incluirem homossexuais entre seus líderes adultos. Igualmente, a Gay Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) [Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero], uma organização de ativistas homossexuais que visa escolas, é a cabeça da formação de "Alianças Gay-Hetero" entre estudantes. A GLSEN incentiva os professores homossexuais -- mesmo nas séries mais primárias -- a serem francos sobre sua sexualidade, como um meio de oferecerem modelos para os alunos "gays". Além disto, leis e políticas proibindo a discriminação empregatícia baseada em "orientação sexual" normalmente não abrem exceção para os que trabalham com jovens ou crianças.
Muitos pais receiam que os filhos sejam molestados, encorajados a se tornarem sexualmente ativos ou mesmo "recrutados" para adotarem uma identidade e estilo de vida homossexual. Os ativistas gays rejeitam estas preocupações -- em parte, insistindo energicamente em que não há nenhuma ligação entre homossexualidade e o abuso sexual de crianças.
Entretanto, apesar dos esforços dos ativistas homossexuais para distanciarem o estilo de vida gay da pedofilia, uma ligação perturbadora permanece entre os dois. Isto porque, por definição, os homossexuais masculinos são atraídos por outros homens. Embora muitos homossexuais possam não procurar parceiros sexuais jovens, as evidências indicam que um número desproporcional de homens gays busca adolescentes do sexo masculino e meninos como parceiros sexuais. Neste artigo, considerarei as seguintes evidências ligando a homossexualidade e a pedofilia:
Pedófilos são invariavelmente homens: Quase todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos por homens.
Um número significativo de vítimas são do sexo masculino: Até um terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra meninos (ao invés de meninas).
A falácia dos 10 por cento: Estudos indicam que, ao contrário das afirmações inexatas (mas amplamente aceitas) do pesquisador sexual Alfred Kinsey, os homossexuais constituem entre 1 e 3 por cento da população.
Os homossexuais estão sobre-representados nas infrações sexuais infantis: Indivíduos de entre 1 e 3 por cento da população que tem atração sexual pelo mesmo sexo cometem até um terço dos crimes sexuais contra crianças.
Alguns ativistas homossexuais defendem a ligação histórica entre a homossexualidade e a pedofilia: Tais ativistas consideram a defesa dos "amantes de garotos" como uma questão legítima dos direitos gays.
Os temas pedófilos são abundantes na cultura literária homossexual: A ficção gay e também tratados acadêmicos sérios promovem a "intimidade intergeneracional."
Os homossexuais masculinos são responsáveis por um número desproporcional de casos de abuso sexual de crianças
Os apologistas homossexuais admitem que alguns homossexuais molestam sexualmente crianças, mas negam que os homossexuais sejam mais propensos a cometerem estas infrações. Afinal de contas, argumentam eles, a maioria dos casos de molestamento sexual de crianças são de natureza heterossexual. Embora isto esteja correto em termos de números absolutos, este argumento ignora o fato de que os homossexuais constituem apenas uma porcentagem muito pequena da população.
As evidências indicam que os homens homossexuais molestam garotos em taxas crassamente desproporcionais em relação às que os homens heterossexuais molestam garotas. Para demonstrar isto, é necessário ligar várias estatísticas relacionadas ao problema do abuso sexual de crianças : 1) os perpetradores são quase sempre homens; 2) até um terço ou mais dos casos de abuso sexual de crianças são cometidos contra meninos; 3) menos de três por cento da população é homossexual. Portanto, uma porcentagem minúscula da população (homens homossexuais) comete um terço ou mais dos casos de molestamento sexual de crianças.
Os homens respondem por quase todos os casos de abuso sexual de crianças
Um ensaio sobre infratores sexuais adultos no livro Sexual Offending Against Children [Crimes sexuais contra crianças] informa: "Há uma ampla opinião de que a imensa maioria dos abusos sexuais é cometida por homens, e que as infratoras sexuais mulheres só respondem por uma proporção minúscula das infrações. Na verdade, com 3 000 infratores sexuais masculinos na prisão na Inglaterra e no País de Gales em qualquer época, a cifra correspondente para as infratoras sexuais mulheres é 12!" 1
Kee MacFarlane, et al., escrevendo em Sexual Abuse of Young Children: Evaluation and Treatment [Abuso Sexual de Crianças Novas: Avaliação e Tratamento] informam: "A grande maioria dos responsáveis parece ser de homens (Herman & Hirschman, 1981; Lindholm & Willey, 1983)." 2
Um relatório da American Professional Society on the Abuse of Children [Sociedade Profissional concernente ao Abuso de Crianças] afirma: "Em amostragens tanto clínicas quanto não-clínicas, a imensa maioria dos criminosos é homem." 3
Um estudo do Journal of Sex Research [Jornal de pesquisa sexual] afirma que "a pedofilia não existe ou é extemamente rara entre as mulheres." 4
Um proporção significativa das vítimas de abuso sexual são meninos
De acordo com o Journal of Child Psychiatry: [Revista de Psiquiatria Infantil] "Antes era comum se acreditar que havia um excesso de abuso de meninas em relação ao de meninos em uma razão de 9 para 1, mas estudos atuais agora indicam que a razão de meninas para meninos abusados estreitou impressionantemente... A maioria dos estudos da comunidade sugere uma ... razão... da ordem de 2 a 4 meninas para 1 menino." 5 O estudo acrescenta que "alguns autores agora acreditam que os meninos podem estar sendo sexualmente abusados com a mesma frequência que as meninas (Groth, 1978; O'Brien, 1980)." 6
Um estudo com 457 criminosos sexuais homens na Journal of Sex & Marital Therapy [Jornal de Terapia Sexual e Marital] descobriu que "aproximadamente um terço destes infratores sexuais dirigiam suas atividades sexuais contra o sexo masculino." 7
Nem todos os abusos sexuais de meninos são relatados
A porcentagem real dos meninos que são vítimas de abuso sexual muito provavelmente excede as estatísticas acima. Muitos pesquisadores esposam a opinião do estudo da Journal of Child Psychiatry, que se refere "aos casos não relatados da incidência e prevalência do abuso sexual de meninos." 8
Dr. Robert Johnson, em Medical Aspects of Human Sexuality, escreve: "A imensa maioria dos casos de molestamento sexual masculino não é relatado. O resultado é que estes jovens guardam tanto os incidentes quanto seus sentimentos para si mesmos." 9
O Relatório do Departamento de Justiça sobre a exploração sexual de crianças explica o porque de a porcentagem de meninos vítimas ser subestimada: "Os garotos adolescentes vítimas são altamente propensos a negarem certos tipos de atividade sexual ... Eles se sentem embaraçados ou envergonhados de seu cormportamento e acreditam, com razão, que a sociedade não entenderá o que eles sofreram... Não importa o que faça o investigador, a maioria dos adolescentes negará que foi vítima." 10
O Journal of Child Psychiatry acrescenta: "Inculca-se nos meninos uma cultura em que a auto-confiança, a independência e o arrojo sexual são valorizados, enquanto que se denigrem as mostras de sofrimento ou homossexualidade... Isto pode levar a uma poderosa repressão ou a um apagamento da experiência, com a supressão do relato." 11
Os homossexuais constituem menos de 3 por cento da população
Baseando-se em três grandes conjuntos de dados, a General Social Survey, a National Health and Social Life Survey, e o censo dos Estados Unidos, um estudo demográfico recente estima o número de homens exclusivamente homossexuais na população em geral em 2.5 por cento e o número de mulheres exclusivamente lésbicas em 1.4 por cento. 12
Um estudo sobre o comportamento sexual dos homens nos Estados Unidos, baseado na National Survey of Men (uma amostra nacionalmente representativa, constituída de 3 321 homens com idades de 20 a 39 anos, publicada na Family Planning Perspectives), descobriu que "2 por cento dos homens sexualmente ativos de 20 a 39 anos... tinha tido alguma atividade sexual com o mesmo gênero durante os últimos 10 anos. Aproximadamente 1 por cento dos homens (1.3 por cento entre brancos e 0.2 por cento entre negros) relataram ter tido atividade exclusivamente homossexual". 13
J. Gordon Muir, escrevendo no The Wall Street Journal, discute vários estudos que descobriram que os homossexuais constituem entre 1 e 3 por cento da população. 14
Em uma pesquisa sobre estudos a respeito de homossexuais em diferentes populações, os Archives of Sexual Behavior [Anais do comportamento sexual] relataram sobre uma amostragem aleatória de moradores do estado do Havaí entrevistados por telefone. O estudo descobriu que "só cerca de 3 por cento dos homens e 1.2 por cento das mulheres havia tido alguma atividade homosexual ou bissexual." 15 Entretanto, este número relativamente alto é atribuído ao fato de que o estudo não estava limitado a homossexuais exclusivos, mas incluía todos os que em algum momento de suas vidas praticaram atividades homossexuais. 16
Os pedófilos homossexuais estão vastamente sobre-representados nos casos de abuso sexual de crianças
Os pedófilos homossexuais molestam sexualmente as crianças em uma taxa muito mais alta do que a porcentagem de homossexuais na população em geral. Um estudo do Journal of Sex Research [Jornal de pesquisa sexual] descobriu, como observamos acima, que "aproximadamente um terço dos [molestadores sexuais de crianças] tinha feito vítimas entre meninos e dois terços tinha feito vítimas entre meninas." Os autores então fazem uma penetrante observação: "O interessante é que esta proporção difere sbstancialmente da proporção de ginéfilos (homens que eroticamente preferem mulheres fisicamente maduras) para andrófilos (homens que eroticamente preferem homens fisicamente maduros), que é de pelo menos 20 para 1." 17
Em outras palavras, embora os heterossexuais sejam mais numerosos que os homossexauais em uma proporção de pelo menos 20 para um, os pedófilos cometem cerca de um terço do número total de crimes sexuais contra crianças.
Igualmente, os Arquives of Sexual Behavior também observaram que os pedófilos homossexuais estão significativamente sobre-representados em casos de crimes sexuais contra crianças:
As melhores evidências epidemiológicas indicam que entre apenas 2 e 4 por cento dos homens que sentem atração por adultos preferem homens (ACSF Investigators, 1992; Billy et al., 1993; Fay et al., 1989; Johnson et al., 1992); em comparação com isto, cerca de 25 a 40 por cento dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos (Blanchard et al., 1999; Gebhard et al., 1965; Mohr et al., 1964). Desta forma, a taxa de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais alta entre os pedófilos." 18
O desequilíbrio crasso entre os molestamentos infantis homossexuais e heterosexuais foi confirmado no próprio estudo dos Archives of Sexual Behavior, que dividiu os 260 pedófilos participantes em três grupos : "152 pedófilos heterossexuais (homens com crimes ou atração declarada envolvendo somente meninas), 43 pedófilos bissexuais (meninos e meninas) e 65 pedófilos homossexuais (somente meninos)." 19 Em outras palavras, 25 por cento dos criminosos eram pedófilos homossexuais -- ou 31 por cento, se os que molestam meninas e também meninos forem inlcuídos.
Outros estudos relatam uma porcentagem inesperadamente alta de molestamentos sexuais por pedófilos homossexuais:
Um estudo sobre a pedofilia no Journal of Psychiatry da Universidade de Ottawa informa: "De acordo com a literatura, foi documentada uma proporção de dois para um entre os pedófilos heterossexuais e homossexuais." 20
O Journal of Sex Research menciona um estudo que incluiu " 199 criminosos atacando crianças do sexo feminino e 96 criminosos atacando crianças do sexo masculino... Isto indicaria uma prevalência proporcional de 32 por cento de homossexuais atacando crianças." 21
Um estudo sobre os criminosos sexuais que atacam crianças na Child Abuse and Neglect [Abuso e Negligência Infantis] descobriu que catorze por cento visavam apenas meninos e outros 28 por cento escolhia vítimas infantis de ambos os sexos, indicando assim que 42 por cento dos pedófilos praticavam o molestamento homossexual. 22
Os homens que molestam meninos são realmente "homossexuais"? Os apologistas gays insistem em um estereótipo simplista sobre a pedofilia
Central para as tentativas de se separar a homossexualidade da pedofilia é a alegação de que os pedófilos não podem, por definição, ser considerados homossexuais. Amparados em uma metodologia questionável 23, a organização de direitos dos gays Human Rights Campaign publicou uma "Ficha Técnica sobre a Orientação sexual e o Abuso Infantil," que afirma: "Um abusador sexual que molesta uma criança do mesmo sexo não é normalmente considerado homossexual." 24
A base para esta alegação é a opinião de que os pedófilos que molestam meninos não podem ser considerados homossexuais se aquele indivíduo esteve casado em algum momento ou sexualmente envolvido com mulheres.
'Pedófilos homossexuais': Um termo clínico
O fato, entretanto, é que os termos "homossexual" e "pedófilo" não são mutuamente excludentes: eles descrevem dois tipos de atração sexual que se entrecruzam. O Dicionário Webster define "homossexual" como alguém que sente atração sexual por pessoas do mesmo sexo. "Pedófilo" é definido como um adulto que sente atração sexual por crianças." A primeira definição se refere ao gênero do objeto sexual desejado, enquanto a segunda se refere à idade do objeto sexual desejado.
"Um homossexual pedófilo", então, é definido como alguém que sente em geral (mas não exclusivamente, veja abaixo) atração sexual por meninos, enquanto que "uma homossexual pedófila" sente atração sexual por garotas." 25
O termo "pedófilo homossexual" foi usado pela primeira vez no começo do século 20 pelo psiquiatra vienense Dr. Richard von Krafft-Ebing, que foi um pioneiro do estudo sistemático dos desvios sexuais. Krafft-Ebing descreveu os pedófilos como sendo heterossexual, homossexual ou bissexualmente orientados. 26 Esta divisão foi aceita pelos próprios pedófilos, 27 e está bem atestada na literatura:
Um estudo sobre molestadores de crianças no Journal of Interpersonal Violence [Jornal de violência interpessoal] descobriu que "um subgrupo homossexual e outro heterossexual podem ser delineados entre estes criminosos." 28
The Journal of Sex & Marital Therapy publicou um estudo sobre o mesmo tópico, que discutia as ocorrências proporcionais da pedofilia heterossexual e homossexual." 29 O estudo comentou sobre outro estudo que descobriu que "a porcentagem de pedófilos homossexuais seria de 45.8." Mesmo se fazendo ajustes ajustes para baixo para se incluírem os exibicionistas, "isto ainda indicaria uma porcentagem muito mais alta (34 por cento) de homossexuais entre os pedófilos do que entre os homens que preferem parceiras sexuais fisicamente maduras." 30
Em uma série de estudos sobre pedofilia, o Psychiatric Jounal da Universide de Otawa concluiu: "As descobertas de estudos anteriores informam que os pedófilos podem ser divididos em pedófilos heterossexuais e homossexuais, de acordo com sua preferência erótica... Isto foi confirmado neste estudo recente." 31 O artigo classificou a pedofilia homossexual em três tipos: o pedófilo homossexual socialmente inadequado, o pedófilo homossexual intrusivo e o pedófilo homossexual indiferenciado. 32
Um estudo sobre os pedófilos na Behavior Research and Therapy [Terapia e pesquisa comportamental] concluiu: "A segunda e talvez mais importante observação que fizemos é que um subgrupo homossexual e outro heterossexual podem ser delineados entre estes criminosos... Categorizá-los deste modo revelou diferenças importantes nos padrões de suas preferências sexuais." 33
O International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology [Jornal internacional de terapia de criminosos e criminologia comparativa] se refere aos pedófilos homossexuais como um "grupo distinto". As vítimas de pedófilos homossexuais "eram mais comumente estranhos; eles estavam mais comumente envolvidos em um comportamento parafilíaco à parte daquele envolvido no crime; e era mais comum eles terem prisões anteriores por crimes sexuais... Outros estudos [mostraram um] maior risco de re-infração do que os que tinham cometido crimes contra garotas" e que "a taxa de reincidência para criminosos com vítimas do sexo masculino é aproximadamente duas vezes a de criminosos com vítimas do sexo feminino." 34
Os homossexuais e os pedófilos homossexuais incorrem em uma grande variedade de comportamentos sexuais que desafiam categorias simplistas
Apesar destas evidências, em seus esforços para divorciarem a homossexualidade da pedofilia, os apologistas homossexuais insistem em uma definição rígida, estreita dos termos "homossexual" e "pedófilo", que não permite uma sobreposição dos termos. Eles não negam que um número incomum de homossexuais sintam atração por meninos. Eles também afirmam que os pedófilos não podem ser classificados como "homossexual" se em algum momento eles tiveram relações sexuais com mulheres.
Entretanto, uma definição tão estreita não faz justiça à natureza complexa da pedofilia. Os pesquisadores há muito estão cientes de que os pedófilos apresentam uma variedade de atrações e comportamentos sexuais -- frequentemente para desviar a atenção de sua luxúria essencial por meninos. Um estudo sobre criminosos sexuais no International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology observa que "a razão por que os abusadores sexuais de crianças têm sucesso em não serem detectados é porque eles não se encaixam em um estereótipo."35
Os dados indicam que tanto a homossexualidade quanto a pedofilia são categorias entrecruzadas que admitem uma grande variedade de comportamento sexual:
Os homossexuais masculinos se sentem sexualmente atraídos por garotos menores de idade
Um estudo nos Archives of Sexual Behavior descobriu que os homens homossexuais sentem atração por rapazes jovens. O estudo comparou as preferências de idades sexuais de homens heterossexuais, mulheres heterossexuais, homens homossexuais e lésbicas. Os resultados mostraram que, em um marcado contraste com as outras três categorias, "exceto por apenas 9 dos homens homossexuais, eles preferiam as duas categorias mais jovens de idade masculina," que incluiam rapazes até de 15 anos. 36
Em The Gay Report [O relatório gay], dos pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young, os autores registram dados mostrando que 73 por cento dos homossexuais pesquisados tinham em algum momento feito sexo com garotos de dezesseis a dezenove anos de idade ou mais jovens." 37
Por outro lado, os pedófilos homossexuais muitas vezes se sentem atraídos por homens adultos
Um estudo de criminosos sexuais que atacavam crianças do sexo masculino na Behavior Research and Therapy descobriu que os pedófilos homossexuais do sexo masculino se sentem sexualmente atraídos por "homens de todas as idades". Em comparação com não-criminosos, os criminosos mostram "maior excitação" ao serem expostos a fotos de homens nus de até 24 anos: "Como grupo, os molestadores de crianças respondiam com uma excitação sexual moderada... à exposição a homens nus de todas as idades." 38
Um estudo sobre canadenses presos por pedofilia no Journal of Interpersonal Violence descobriu que 30 por cento dos criminosos adultos se envolveu em práticas homossexuais com homens adultos. 39
Muitos pedófilos, na verdade, se consideram homossexuais. Um estudo de 229 molestadores sexuais de crianças nos Archives of Sexual Behavior descobriu que "oitenta e seis por cento dos criminosos que atacavam vítimas do sexo masculino se descrevia como homossexual ou bissexual." 40
O padre John Harvey, fundador e diretor do Courage, um ministério de apoio a católicos que lutam com uma atração pelo mesmo sexo, explica que "o pedófilo difere do homossexual comum no sentido de que o primeiro admira a meninice no objeto de sua afeição, enquanto que o segundo admira a masculinidade." 41 Entretanto, as categorias não estão completamente separadas:
Embora deva-se admitir que a maioria dos homossexuais não se excitam com garotos jovens, a distinção entre homossexualidade e pedofilia homossexual não é totalmente absoluta. Em alguns casos, o interesse oscila entre adolescentes jovens e adultos; em outros, entre garotos e adolescentes; em casos excepcionais, um homem pode se interessar em uma época por garotos e por adultos em outra.42
Muitos pedófilos têm atração por mulheres, casam-se e têm filhos
Os ativistas gays insistem em que a pedofilia não tem nada a ver com a homossexualidade porque os pedófilos se interessam sexualmente apenas por crianças, enquanto que os homossexuais só tem relações sexuais com adultos. Também há abundantes evidências demonstrando que, embora essencialmente interessados em crianças, os pedófilos, no entanto, apresentam uma grande variedade de comportamentos sexuais, incluisive relacionamentos com mulheres:
Um estudo na Child Abuse and Neglect descobriu que 48 por cento dos criminosos era ou casada ou tinha sido casada em algum momento. 43
O Journal of Interpersonal Violence estudou as preferências sexuais dos pedófilos do sexo masculino que abusavam sexualmente de crianças. Quando eles compararam a resposta sexual dos pedófilos com o grupo de controle, eles descobriram, inexperadamente: "Surpeendentemente, os dois grupos não diferiam em sua resposta aos estímulos com nudez feminina." 44 Um estudo no Psychiatric Journal da Universidade de Ottawa registrou que "a maioria dos pedófilos de meia-idade têm uma significativa atividade sexual adulta." 45 58 por cento dos pedófilos em um estudo tinham pelo menos um filho, enquanto outras pesquisas indicavam que "mais de dois terços dos pedófilos casados em sua amostragem tinha filhos, com uma média de dois a três filhos por indivíduo." 46
Um relatório do Departamento de Justiça abordou os estratagemas desviantes dos pedófilos, que chegam a fazer grandes sacrifícios para esconderem seus verdadeiros desejos: "Os mais propensos a serem criminosos sexuais podem ser "pilares da comunidade" e são frequentemente descritos como "caras simpáticos". Eles quase sempre têm meios de acesso a crianças (por exemplo, através do casamento, do bairro ou da profissão)." 47
Assim, as evidências mostram que os pedófilos homossexuais não podem ser estritamente definidos como indivíduos atraídos apenas por garotos menores de idade. Na verdade, há uma considerável sobreposição entre homossexualidade e pedofilia.
Pedofilia na cultura gay: A ligação histórica entre a pedofilia e os movimentos pelos direitos dos gays
David Thorstad é um ativista homossexual e historiador do movimento pelos direitos dos gays. 48 Ele é ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque (gaa [na sigla em inglês]), um emblemático grupo ativista fundado em dezembro de 1969. A gaa, em sua origem, se opunha às leis sobre a idade de consentimento, que proibiam os adultos de fazerem sexo com crianças. 49 Thorstad também é um pedófilo e membro fundador da North American Man Boy Love Association [Associação Norte-Americana do Amor Homem-Garoto (nambla).
Thorstad sustenta que há uma ligação natural e inegável entre homossexualidade e pedofilia. Ele deplora amargura que o movimento pelos direitos dos gays tenha, em sua opinião, abandonado a pedofilia. Escreve Thorstad: "Os amantes de garotos estiveram envolvidos no movimento gay desde o começo, e sua presença era tolerada. Grupos jovens gays encorajavam adultos a frequentarem suas festas... Havia uma disposição de tolerância, até de alegria em se descobrir a imensa variedade de estilos de vida dentro da subcultura gay e lésbica." 50
A edição inaugural da Gay Community News, em 1979, publicou uma "Declaração ao Movimento de Liberação Gay sobre a Questão do Amor Homem/Garoto", que exortou o movimento a retornar a uma concepção de liberação sexual. Ela defendia que "o objetivo último da liberação gay é a conquista da liberdade sexual para todos -- não apenas direitos iguais para 'lésbicas e homens gays,' mas também a libedade de expressão sexual para os jovens e as crianças."
Nos primeiros anos, houve alguma relutância em aceitar a pedofilia, principalmente entre grupos ativistas feministas e lésbicos. Em março de 1979, a Liberação Feminista Lésbica (lfl) acusou os "assim-chamados Homens Amantes de Garotos' de "tentarem legitimar o sexo entre crianças e adultos... As feministas reconhecem facilmente isto como a última tentativa de se tornar tolerável a exploração sexual de crianças." A coalizão deixou registrada sua oposição ao "abuso sexual de crianças por pessoas heterossexuais ou homossexuais." 51
Apesar desta oposição, Thorstad afirma que por volta de 1985 os pedófilos homossexuais tinham conquistado a aceitação dentro do movimento gay. Ele cita Jim Kepner, o curador dos Arquivos Internacionais Gays e Lésbicos em Los Angeles: "Uma coisa que eu tento deixar clara é que se nós rejeitarmos os amantes de garotos em nosso meio hoje, seria melhor pararmos de levantar a bandeira dos antigos gregos, de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Oscar Wilde, Walt Whitman, Horatio Alger e Shakespeare. Seria melhor parar de reivindicá-los como parte de nossa herança, a menos que a gente expanda nossa concepção sobre o que é ser gay hoje." 52
Em 1985, a Nambla foi admitida como membro do conselho de Organizações Gays e Lésbicas da Cidade de Nova Iorque. (ILGA). Em meados dos anos 90, as ligações da ILGA com a Nambla e outros grupos pedófilos custou à organização seu status de ONG nas Nações Unidas.
A tentativa renovada por parte da ILGA de conseguir admissão na ONU foi novamente rejeitada em abril de 2000, porque a organização "não provou documentalmente que havia expurgado grupos pedófilos como [a Nambla]." O Washington Times relata que Ishtiag H. Anrabi, o delegado paquistanês no Conselho Social e Econômico da ONU, expressou preocupações sobre um possível mistério por parte da ILGA a respeito de ligações com grupos pedófilos: "Há mais de um ano a ILGA tem se recusado a fornecer documentos ou permitir uma inspeção de sua lista de membros, para demonstrar que os grupos de pedofilia tinham sido expulsos." 53
Temas pedófilos são abundantes na literatura gay
O falecido poeta "beat" Allen Ginsberg ilustra a ligação natural entre a homossexualidade e a pedofilia. Muitos conhecem Ginsberg como um ilustre poeta homossexual "liberado": menos pessoas sabem que ele também era um pedófilo.
O biógrafo Raymond-Jean Frontain menciona as publicações de Ginsberg tanto no Boletim quanto no Jornal da Nambla. Ele discute como os biógrafos de Ginsberg deixaram de discutir seus poemas que tinham temas pederásticos :
Embora tanto Shumacher quanto Barry Miles (Os primeiro biógrafos de Ginsberg) discutam francamente a política sexual de Ginsberg, nenhum deles se refere a seu envolvimento com a polêmica Associação do Amor Homem/Garoto... Eu reli os Poemas Coligidos e duas coleções subsequentes de Ginsberg, surpreso com o padrão de referências ao sexo anal e à pederastia que apareciam. 54
Ginsberg foi um dos primeiros de uma quantidade crescente de escritores homossexuais que atendem ao fascínio pela pedofilia na comunidade gay. Mary Eberstadt, escrevendo para a Weekly Standard, documenta como o tabu contra o sexo com crianças rui cada vez mais -- com o ímpeto vindo dos escritores homossexuais. 55
É revelador que os exemplos que ela dá de pedofilia na literatura atual vêm da ficção gay. Eberstadt cita a Village Voice, que afirma que "A ficção gay é rica em relatos idílicos de "relacionamentos intergeneracionais', como estes casos são respeitosamente chamados hoje em dia."56 Outros exemplos de ficção gay com temas pedófilos incluem:
Na introdução da antologia homossexual "mainstream" Penguin Book International Gay Writing, David Leavitt observa objetivamente que "Outro assunto 'proibido' de que os escritores europeus parecem menos inclinados a fugirem é o amor de homens mais velhos por meninos novos." Leavitt elogia um livro com um tema pedófilo incluído na antologia como uma "narrativa bastante autoconfiante [que] leva o leitor a imaginar o mundo de uma perspectiva que ele normalmente poderia condenar." 57
Vários textos incluidos em outra antologia, The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read, [O Cânone Gay: Grandes Livros que Todo Homem Gay Deve Ler] traz cenas de sexo entre homens e meninos. Um destes livros é elogiado como "uma aventura operática nas esferas do amor, personalidade, ambição e arte... uma pura alegria de se ler." O protagonista é "o sonho de um pedófilo: a mente de um homem no corpo de um garoto." 58 Sobre um outro romance que inclui cenas pesadas de violência contra garotos se diz que "penetra até o coração de uma das grandes fontes, na comunidade, da angústia gay dos anos 90: O que fazer com os homens que amam garotos?" 59
Mais outra antologia de ficção homossexual, A History of Gay Literature: The Male Tradition [Uma História da Literatura Gay: A Tradição Masculina], publicada pela Yale University Press, inclui "um alongado capítulo sobre 'Meninos e Meninice' que é uma relação aparentemente definitiva das obras literárias pró-pedofilia." 60
O autor parece mais preocupado com os sentimentos e emoções do homem do que o menino sua vítima. Ele explora a questão sobre "se se considera ou não [fazer sexo com garotos] como um modo de se afastar da vida ou, pelo contrário, como um meio de se envolver com ela em seu nível mais honesto e menos corrompido." 61
Uma porcentagem significativa de livros que têm aparecido na lista de bestsellers de ficção da Gay Men's Press [Editora do homem gay] contêm temas de pedofilia, incluindo:
Some Boys [Alguns Garotos] : descrito como as "memórias de um amante de garotos" que "evoca os jovens amigos do autor ao longo de quatro décadas." 62
For a Lost Soldier [Por um Soldado Perdido]: a história de um relacionamento sexual entre um soldado e um garoto de onze anos de idade, ambientado na Segunda Guerra Mundial. 63
A Good Start, Considering [Um bom começo, tudo considerado]: mais outra história sobre um menino de onze anos de idade (!) que sofre abuso sexual mas é resgatado por um adolescente que "lhe oferece amor e carinho". 64
Terre Haute: anunciado como "Um romance poético sobre o despertar sexual no meio-oeste americano, revelando a viagem de um adolescente, da introspecção a um desejo perigoso."
Shiva and Arun: a históra de dois adolescentes índios que "descobrem cedo as alegrias do sexo."
Teardrops on My Drum [Lágrimas em meu tambor] : crianças descalças na Liverpool dos anos 20 buscam "aventura, amor e sexo."
Publicações Pró-pedofilia
Em anos recentes, viu-se o aparecimento de publicações que emprestam um verniz de erudição ao fascínio da comunidade gay pela pedofilia. Tais publicações tentam defender a tese da "intimidade intergeneracional". A maior editora gay do país, a Alyson Publications, que distribui Daddy's Roommate [O colega do Papai] e outros livros homossexuais que promovem a homossexualidade para as crianças e publica livros que advogam o sexo entre homens e garotos, incluindo:
Paedophilia: The Radical Case [Pedofilia, a causa radical] , que contem informações detalhadas sobre como ter relações sexuais com meninos novos. 65
The Age Taboo [O Tabu da Idade], outra defesa da pedofilia que afirma: "Os amantes de garotos... não são molestadores de crianças. Os abusadores de crianças são... os pais que impingem sua moralidade estática nos jovens sob sua custódia." 66
The Journal of Homosexuality and Pedophilia [Jornal da Homossexualidade e Pedofilia]
O Journal of Homosexuality é visto como a principal publicação "mainstream" do movimento gay em língua inglesa. Um destacado editor é John DeCecco, um psicólogo da Universidade Estadual de São Francisco, que também está no conselho editorial do jornal pedófilo holandês Paidika. Portanto, não é surpreendente ver a pedofilia sendo promovida em suas páginas.
Em 1990, o Journal of Homosexuality publicou uma série de ensaios sobre a pedofilia que foram por fim publicados como Male Inter-Generational Intimacy: Historical, Socio-Psychological, and Legal Perspectives [Intimidade Inter-Generacional Masculina: Perspectivas Históricas, Sócio-Psicológicas, e Legais], editado pelo pedófilo Edward Brongersma. Nenhum dos ensaios ofereceu qualquer crítica substancial à pedofilia: a maioria promovia descaradamente o amor homem-garoto como o direito natural dos homossexuais.
Em 1999, Helmut Graupner escreveu um artido sobre a pedofilia no Journal of Homosexuality, no qual ele afirma: "Relações entre homens e garotos e entre mulheres e garotas sem dúvida são relações entre pessoas do mesmo sexo e elas constituem, sim, um aspecto importante da vida gay e lésbica." Graupner sustenta que, como tal, relações sexuais consensuais entre homossexuais adultos e jovens até de 14 anos devem ser consideradas com uma "questão de direitos gays." 67
O fascínio pela pedofilia continua a ser uma causa de preocupação dentro da comundade gay. A colunista lésbica Paula Martinac, escrevendo no jornal homossexual Washington Blade, afirma:
Alguns homens gays ainda sustentam que um adulto que tem relações com uma pessoa de mesmo sexo abaixo da idade legal de consentimento está, de certo modo, fazendo um favor ao menino, por ajudá-lo a 'sair do armário.' Isto não é pedofilia, diz este pensamento -- pedofilia se refere apenas a crianças novas. Ao invés disto, sexo entre jovens e adultos é visto como um aspecto importante da cultura gay, com uma história que remonta ao 'Amor Grego' dos tempos antigos. Esta versão romantizada das relações sexuais entre jovens e adultos tem sido uma constante na literatura gay e tem aparecido, também, em filmes de temática gay. 68
Martinac acrescenta que "Quando alguns homens gays tratam com reverenciam o sexo entre jovens e adultos, ao mesmo tempo em que simultaneamente declaram: "Nós não somos pedófilos", eles mandam uma mensagem incongruente para a sociedade... A comunidade gay e lésbica nunca terá sucesso no combate ao estereótipo pedófilo enquanto todos não pararmos de ser coniventes com o sexo com os jovens." 69
De vítima a agressor: as consequências do abuso homossexual de crianças
A constante negação de todas as perturbadoras ligações com a pedofilia dentro do movimento homossexual não é um assunto puramente acadêmico. Talvez o aspecto mais trágico da ligação entre homossexualismo e pedofilia seja o fato de que os homens que molestam sexualmente garotos muitas vezes levam suas vítimas à homossexualidade e à pedofilia. As evidências indicam que uma alta porcentagem de homossexuais e pedófilos foram eles mesmos abusados sexualmente quando crianças:
Os Archives of Sexual Behavior relata: "Uma das mais notáveis descobertas deste estudo é que 46 por cento dos homens homossexuais e 22 por cento das mulheres homossexuais relataram ter sido molestadas por uma pessoa do mesmo gênero. Isto contrasta com apenas 7 por cento de homens heterossexuais e 1 por cento de mulheres heterossexuais que relataram terem sido molestados por uma pessoa do mesmo gênero." 70
Um estudo de 279 homens homossexuais/bissexuais com AIDS e pacientes-caso e de controle, discutido no Journal of the American Medical Association, relatou: "Mais da metade tanto dos pacientes-caso quanto dos pacientes de controle relataram uma relação sexual com um homem na idade de 16 anos; aproximadamente 20 por cento, por volta da idade de 10 anos." 71
O destacado especialista em abuso sexual de crianças David Finklhor descobriu que "garotos atacados por homens mais velhos eram mais de quatro vezes mais propensos a incorrerem em atividades homossexuais do que as não-vítimas. A descoberta se aplicou a quase metade dos garotos que tinham tido uma tal experiência... Além do mais, os próprios adolescentes muitas vezes ligavam sua homossexualidade a suas experiências como vítimas." 72
Um estudo no International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology descobriu: "No caso de experiências sexuais anteriores à idade de 14 anos, 40 por cento (da amostra de pedófilos) relatou que tinha tido atividades sexuais 'com muita frequência' com um adulto, com 28 por cento afirmando que este tipo de atividade tinha ocorrido 'algumas vezes'". 73
Um relatório do Instituto Nacional de Justiça afirma que "as possibilidades de uma vítima de abuso sexual na infância ser presa quando adulta por algum crime sexual é 4.7 vezes mais alta do que para pessoas... que não experimentaram nenhum molestamento quando crianças." 74
Um estudo na Child Abuse and Neglect descobriu que 59 por cento dos criminosos sexuais que atacavam crianças tinham sido "vítimas de abuso sexual quando criança." 75
O Journal of Child Psychiatry observou que "há uma tendência entre as vítimas meninos de recapitularem seu próprio abuso, só que desta vez com elas mesmas no papel de perpetradores e outra pessoa sendo a vítima." 76
O ciclo do abuso é o trágico legado das tentativas, por parte dos homossexuais, de se legitimarem as relações sexuais com garotos. Para um grande número de garotos, já é tarde demais para protegê-los dos que se aproveitaram de sua necessidade de amor e atenção. Muitíssimos deles mais tarde cometem eles mesmos o abuso, incorrendo no abuso sexual de garotos. Somente expondo as mentiras, as negações insinceras e os enganos -- inclusive aqueles embrulhados em uma roupagem acadêmica -- dos que vitimam sexualmente as crianças podemos esperar construir um muro de proteção ao redor das crianças indefesas entre nós.


O Dr. Dailey é membro da área de estudos da cultura junto ao Family Research Council.
Timothy J. Dailey, Ph.D.: Traditional Values Org, sem data
Tradução: Dextra